Xiaomi Smart Band 11 Active chega por cerca de € 40 com promessa de 21 dias de bateria

A Xiaomi lançou globalmente a Smart Band 11 Active, pulseira de entrada que promete até 21 dias de autonomia por cerca de € 40. O número é real, mas vem com uma condição que vale ler com atenção.

Os 21 dias valem para uso leve. Em uso intenso, com monitoramento contínuo ativado, a própria Xiaomi indica 8 dias. A diferença é grande o suficiente para mudar a expectativa de quem compra por causa da autonomia, embora 8 dias ainda seja bem acima do que qualquer smartwatch com tela AMOLED entrega.

Ficha técnica

A tela é TFT de 1,47 polegada, com resolução de 172 por 320 pixels e densidade de 247 PPI. É aqui que aparece o corte de custo: TFT não tem o contraste nem o preto real de um painel AMOLED, e a leitura sob sol forte tende a ser mais difícil.

A bateria é de 300 mAh e o corpo pesa 18 gramas, com resistência 5 ATM. São 50 modos esportivos, e o sensor óptico PPG cobre frequência cardíaca, saturação de oxigênio, sono, estresse e acompanhamento de ciclo menstrual. Funciona com Android e iOS.

Uma observação honesta sobre esse tipo de sensor: dados de SpO2 e estresse em pulseiras de entrada servem como indicativo de tendência ao longo do tempo, não como medição clínica. Não são dispositivos médicos e não devem ser usados para decisão de saúde.

Preço e chegada ao Brasil

Na Polônia, a pulseira sai por PLN 139, algo em torno de US$ 38. Na zona do euro, o preço fica próximo de € 40, com a expansão europeia prevista para 3 de setembro de 2026.

A Xiaomi não anunciou data para o Brasil. Historicamente, a linha Smart Band chega ao país, tanto por canal oficial quanto por importação, e é uma das categorias em que a diferença de preço entre comprar aqui e importar costuma ser mais perceptível.


Fonte: Notebookcheck.

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